Por Romero Cruz
Quando somos crianças e fazemos algo errado somos repreendidos pelos nossos pais e na tentativa de uma melhor educação recebemos pequenos “castigos”, às vezes até tentamos argumentar, mas é importante o castigo como corretivo para reconhecermos o nosso erro para que não mais se repita.
Quando crescermos, aprendemos a viver em uma sociedade que tem regras e que se não cumpri-las de alguma forma seremos excluídos e punidos. Esse sistema está presente em varias sociedades e essas regras são influenciadas por características culturais e históricas de cada sociedade. Uma das regras mais antiga é o código de Hamurabi: Olho por olho dente por dente.
Os códigos são importantes dentro de uma sociedade e em um estado democrático temos as três esferas: Legislativo (que criam as leis), judiciário (que julga se as leis não estão sendo cumpridas) e o executivo (que deve fazer cumprir as leis). Teoricamente parece até simples a fórmula, mas quando essas esferas estão “adoecidas” pelo câncer da corrupção as coisas se complicam e muito.
No Brasil temos um congresso desacreditado pela população, os “senhores” que criam as leis e deveriam representar os interesses da população, acabam legislando em causa própria (aumentam seus próprios salários, contratam quem bem entendem...) e pasmem! Alguns são acusados de crimes (corrupção, tentativa de homicídios, sonegação de impostos...) quando deveriam ser exemplos do cumprimento das leis, e o pior é que ainda tem imunidade para responder por seus crimes.
O câncer da corrupção também chegou ao judiciário, onde temos denúncias de juízes envolvidos com verdadeiras quadrilhas criminosas acusados de vender sentenças judiciais favoráveis a criminosos e liberar das grades perigosos bandidos, desvios de verbas públicas entre outros crimes. Claro que não estou generalizando e temos excelentes magistrados que se preocupam com toda essa mancha no judiciário.
Quanto ao executivo, que administra toda a receita arrecadada dos impostos e que deveria trabalhar por uma vida melhor e mais justa da população, nunca antes na história desse país teve tanta denúncia de corrupção com o dinheiro público. Os resultados em obras para a população em saúde, segurança, infra-estrutura e etc. É lastimável e a reputação dos nossos políticos perante a opinião pública é a pior possível.
Para que essa situação comece a mudar a fórmula é a punição para os corruptos, rigidez e cumprimento das leis e a moralização de todas as esferas públicas. A sensação de impunidade é grande para aqueles que cometem crimes, principalmente se tem prestígio, status, poder político ou muito dinheiro. A farra dos habeas corpus (o direito de, ainda que preso por "justa causa", de responder o processo em liberdade) precisa acabar, até habeas corpus preventivo existe. Na democrácia a imprensa cumpre seu papel quando de maneira responsável denúncia irregularidades e exige apuração, mas também a população precisa se articular para exigir a moralização dos poderes públicos usando as ferramentas que a democracia permite.
Quando somos crianças e fazemos algo errado somos repreendidos pelos nossos pais e na tentativa de uma melhor educação recebemos pequenos “castigos”, às vezes até tentamos argumentar, mas é importante o castigo como corretivo para reconhecermos o nosso erro para que não mais se repita.
Quando crescermos, aprendemos a viver em uma sociedade que tem regras e que se não cumpri-las de alguma forma seremos excluídos e punidos. Esse sistema está presente em varias sociedades e essas regras são influenciadas por características culturais e históricas de cada sociedade. Uma das regras mais antiga é o código de Hamurabi: Olho por olho dente por dente.
Os códigos são importantes dentro de uma sociedade e em um estado democrático temos as três esferas: Legislativo (que criam as leis), judiciário (que julga se as leis não estão sendo cumpridas) e o executivo (que deve fazer cumprir as leis). Teoricamente parece até simples a fórmula, mas quando essas esferas estão “adoecidas” pelo câncer da corrupção as coisas se complicam e muito.
No Brasil temos um congresso desacreditado pela população, os “senhores” que criam as leis e deveriam representar os interesses da população, acabam legislando em causa própria (aumentam seus próprios salários, contratam quem bem entendem...) e pasmem! Alguns são acusados de crimes (corrupção, tentativa de homicídios, sonegação de impostos...) quando deveriam ser exemplos do cumprimento das leis, e o pior é que ainda tem imunidade para responder por seus crimes.
O câncer da corrupção também chegou ao judiciário, onde temos denúncias de juízes envolvidos com verdadeiras quadrilhas criminosas acusados de vender sentenças judiciais favoráveis a criminosos e liberar das grades perigosos bandidos, desvios de verbas públicas entre outros crimes. Claro que não estou generalizando e temos excelentes magistrados que se preocupam com toda essa mancha no judiciário.
Quanto ao executivo, que administra toda a receita arrecadada dos impostos e que deveria trabalhar por uma vida melhor e mais justa da população, nunca antes na história desse país teve tanta denúncia de corrupção com o dinheiro público. Os resultados em obras para a população em saúde, segurança, infra-estrutura e etc. É lastimável e a reputação dos nossos políticos perante a opinião pública é a pior possível.
Para que essa situação comece a mudar a fórmula é a punição para os corruptos, rigidez e cumprimento das leis e a moralização de todas as esferas públicas. A sensação de impunidade é grande para aqueles que cometem crimes, principalmente se tem prestígio, status, poder político ou muito dinheiro. A farra dos habeas corpus (o direito de, ainda que preso por "justa causa", de responder o processo em liberdade) precisa acabar, até habeas corpus preventivo existe. Na democrácia a imprensa cumpre seu papel quando de maneira responsável denúncia irregularidades e exige apuração, mas também a população precisa se articular para exigir a moralização dos poderes públicos usando as ferramentas que a democracia permite.
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